segunda-feira, 8 de julho de 2013

Vida Real.

Já pensou em como seria nossa vida se fosse tudo como nos filmes, novelas e desenhos animados? Onde há um começo; uma história sendo contada, no caso a minha, a sua, a nossa. Onde no final seríamos felizes para sempre, encontraríamos a pessoa que nos encaixaria para sempre; mas antes dos finais felizes encontraríamos barreiras, desafios que nos impediria de ter esse final feliz. Esse seria o clímax da nossa história, mas depois de lutar contra os nossos vilões, encontraríamos, acharíamos, ganharíamos este final como recompensa. 
Sempre estaríamos maquiados, com as roupas certas e sempre impecáveis. Com nossos perfeitos cafés da manha, almoços e belos jantares que nunca nos faltaria. Haveriam os heróis que nos salvariam pelas ruas, dos monstros, dos caras maus e seríamos sequestrados (as) pelos vilões de nossas histórias, mas que bem lá no fundo saberíamos que iria existir uma luta em nosso favor. Haveria mistério, perigos, dramas e tragédias. Um romance, um acampamento, um galã, uma mansão, viagens e fim. 
A continuação desses finais felizes é o chamado Vida Real, só que com algumas mudanças e complicações. 
Mas se tudo fosse como nos filmes, sempre saberíamos que tudo daria certo no fim, sendo difícil ou não. Se fosse como nas novelas o vilão sempre morreria e o galã ficaria com a mocinha, ou nos desenhos ... a princesa volta pra sua família feliz, casada com seu príncipe maravilhoso! 
Mas isso, o que a vida real é, deve ser construída, mudada, com planos mesmo que nunca seja da maneira como sonhamos, não existe um final feliz onde tudo simplesmente uma hora acaba, mas felicidade são momentos dos nossos dias, nossas conquistas. A felicidade pelo resultado, pela consequência de algo que tenhamos feito. E até mesmo o final nos é indefinido. Não sabemos, não podemos enxergar-lo, por que quando achamos que é o fim de tudo, é daí onde se começa tudo.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Depois dos quinze


"Depois dos quinze você aprende que a paleta de cores da sua vida vai além do rosa e dos tons mais inofensivos. Você se vê numa linha de transição que parece um abismo divertido – e pode tanto deixá-la com vontade de se atirar ou com medo de cair pra dentro de um novo mundo. Aos poucos troca o rosa pelo vermelho, pelo vinho e por outras cores que antes você considerava chatas. Depois dos quinze você vai entender tanta coisa que não entendia antes – ou entendia, mas nunca tinha parado pra pensar sobre elas e lançar um olhar diferente.
Depois dos quinze você entende que o seu princípe encantado precisa de mais do que um cavalo branco e de um sorriso bonito pra te conquistar. Ele precisa dar um jeito de fazer você se sentir a menina (e a mulher) mais especial do mundo. Você vai ver que uns princípes eram lobos em pele de cordeiro, outros eram cordeiros mimados e bundões, outros eram bons princípes que não combinavam nada com você e, um dia desses, você esbarra com o seu princípe. E não vai se espantar se ele estiver andando na rua como outra pessoa qualquer que só você notou. Não precisa ficar com medo, menina. Você vai notar que é ele pelo jeito com que se olham. Os olhos nunca traem a gente.
Depois dos quinze você vai perceber que alguns problemas nunca foram problemas e que existe tanta, mas tanta coisa mais importante por aí. Tanta gente boa, tantos sonhos que ainda não saíram do travesseiro e tanta magia nas luzes da cidade. Você vai entender um pouquinho mais sobre as chatices dos seus pais e vai passar a entender o real valor de um “eu te amo, sabia?”. Vai ralar os joelhos de tanto cair, rir das suas burradas e quedas e vai aprender a beber café de tantas noites viradas na internet com alguma paixão que mora longe ou com algum trabalho que não te deixa dormir direito. Vai tirar o salto alto na balada, entender a delicia que é usar uma sapatilha baixa e aquele pijama confortável do lado de quem realmente te faz bem, sem se importar em como isso pode parecer na frente de um espelho.
Depois dos quinze, você ainda vai passar pelos vinte, pelos trinta, pelos quarentas e por todos aqueles cremes anti-idade que você não vai precisar. Nada demais. Só umas precauções e algumas atitudes correspondentes a cada nova idade. Você vai viver tudo isso um dia, se é que já não vive depois dos quinze. Mas calma, menina. Recomendo que você aproveite os quinze e tudo o mais que vem junto dele. Toda a euforia, o brilho nos olhos, os diários escondidos, os amigos virtuais, o sorvete depois do colégio, os jogos de queimada na rua e tudo mais. Porque um dia os quinze acabam. Todo esse mundo mágico e delicioso que um dia passa, fica escondido no porão de casa, guardado na memória e tal. Se você quiser, guarda os quinze num baú pra abrir mais tarde e vive os seus quinze agora. Garanto que você não vai se arrepender de abrir alguns sorrisos quando estiver mais velha."
Daniel Bovolento

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Recordar!

Como é prazeroso poder recordar momentos, lembranças, fases. Antigamente víamos em fotos e voltávamos no tempo imaginando cada detalhe daquele  dia, de como éramos quando crianças, nossas histórias, seu significado pra nós.
Hoje quando queremos recordar algo, vamos direto para as fotos onlinne no facebook, ou aquela visitinha no Orkut KK Ou não rs As vezes, quando tenho vontade de ver coisas idiotas, ou melhor ler; corro pra cá e me deleito, com todos os momentos do blog quando era visitado todos os dias, postagens à solta, diversos comentários, e quando tudo começou e como começou toda essa "coisa", mania de blog.
Foram fases em que vivíamos e que escrevíamos sempre aqui, dias ruins, desabafos, textos revoltados, reveladores, incertos, sem sentido (o que podemos dizer que foi a maioria rs). Mas sempre pelo menos uma vez ao ano gosto de entrar e talvez até escrever, mesmo que seja pra deixar como rascunho e depois apagar.
Lembro das vezes em que passava horas editando os textos, observando palavra e cada letra, os errros rs, colocando imagens e depois enchendo amigos pra que pudessem ler.
Na maioria das vezes eu escrevia demais e poucos tinham a coragem de ler, alguns até achavam bons, alguns idiotas demais pra lerem.
Mas gosto mesmo é de poder escrever, mesmo que ninguém leia, sem ser direcionado a ninguém. Escrevo porque a escrita, na minha opinião, é uma das melhores maneiras de se expressar e por que não fazer os outros lerem? rs
Dias em que a monotomia e a rotina nos pega, e procuramos nos recordar de Quando tudo era diferente, do que nós sentimos falta, da maneira como nos portávamos, agíamos. Porque sempre mudamos. As coisas mudam. Nossas vidas tomam outro rumo, e esquecemos quase sempre de recordar esses outros momentos, seja momentos tristes e alegres.
Somos recordações! Que? Sim! Recordamos de quando a nossa única preocupação era não perder os desenhos da Tv Cultura; de comprar chupchup de chocolate da Tia da Venda (palavra de velho), de tomar sempre o Nesquick de manha, colocar a blusa porque minha me disse que faria frio e realmente fez, de só ter Ciências na escola, de ganhar uma estrelinha por cada lição feita e um Parabéns muito bom! da professora de Português, de pagar a APM (nunca paguei :X brincs), fazer a lancheira, quando a Física e Química não era coisa do Capeta, quando ainda não pensávamos em Enem/Prouni/Futuro/Faculdade/Dinheiro/Trabalho enfim!
Recordar é viver ou Viver é recordar?
O que seria das nossos encontros entre amigos sem lembrarmos daquela risada, daquele dia, daquela festa, daquele tombo, daquelas brincadeiras, daquele mico ou daquele ou daquela/daquilo?
É bom essa coisa de reestropectiva, as vezes. 
Mas aí tem a saudade, a nostalgia e até a melancolia.
Mas enfim, me recordei de que é bom recordar e nada melhor do que recordar, é escrever no local/site onde mais há recordações/memórias.- Quase um trava línguas.

E se vocês gostaram do POSTE, manda seu comentário a ... Ta, sem recordar tanto assim. rs

BJOMELIGA/BJODA"BLOGUEIRA"MAISDAHORADETODAS!